O tamanho dos fios que brotam de minha mente refletem o tamanho da minha falta de sabedoria, quanto mais estes se alongarem, menos certeza eu aplicarei, e maior será a reflexão sobre o possível erro que atinge minha mente.
Certa vez, ao poluir meu pulmão, este instrumento caiu de minha mão. Ali percebi que havia um sinal inconsciente e do universo, de haver a necessidade da parada de realizar tal ato. O universo percebia minha necessidade e agia de acordo, coube a minha reflexão ater-me a isto. Quando este cai é a possibilidade de ver a sugestão do universo, é quando tal me oferece uma opurtunidade de qualificação pessoal, e sendo assim, criar a promessa, de que havendo impossibilidade de fumar, pela fraqueza dos dedos, este deveria ser largado.
Este, me traz uma reflexão complexa, de que assim como na velhice, quando a bengala caí e as pernas bambeiam, e quando se deve parar de caminhar. Não há possibilidade de usar as pernas. É quando o universo nos da a opurtunidade da promessa e de uma melhor vivência. Promessa de cumprir a verdade, o intriseco, que sempre está ali e nos recusamos a aceitar. Se não há a força para caminhar, devemos perceber e aplicar a nossa realidade. O universo nos da a chance, cabe a nos percebe-las e aproveita-las.